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29/04/2020

DLC do Resident Evil 3 Remake e #FiqueEmCasa

Poucos sites estão divulgando, mas a conta oficial sobre Resident Evil do Japão postou no Twitter que a DLC com as roupas clássicas dos personagens, disponível por enquanto apenas para quem adquiriu a versão digital do Resident Evil 3 no período de pré-venda, estará disponível para compra a partir do dia 7 de Maio por 300 ienes (aproximadamente R$15,33).


Por ora, a novidade não foi divulgada oficialmente no ocidente, e não sei se os leitores concordam comigo, mas não enxergo razões inteligentes e lucrativas para manter o acesso às DLCs exclusivo ao Japão. Vamos aguardar as novidades! ATUALIZAÇÃO: A DLC já está disponível e por um valor ainda mais baixo do que o esperado: R$10,00!

Sobre mim: sumi no mês de Abril por estar me recolocando profissionalmente. Trabalhei temporariamente como professor (por alguns meses) no programa Novotec, e sou extremamente grato por todas as oportunidades que recebi na Fatec da Zona Leste (daqui de São Paulo, me formei lá também). Nesse período, cresci muito como profissional e ser humano. Infelizmente a pandemia chegou com tudo e as aulas precisaram ser suspensas, e como já contei anteriormente, sou do grupo de risco. Felizmente a minha situação profissional está começando a entrar nos eixos, mas claro, trabalharei em casa, graças às soluções que a tecnologia nos proporciona. Em breve contarei mais detalhes sobre as minhas aventuras profissionais!
Por estarmos em uma pandemia, acredito que seja importante aproveitarmos o momento para desejar ainda mais tudo o que amamos. Muitos de nós, seres humanos, temos a tendência de tentar abrir mão daquilo que ainda não podemos ter: sonhos, planos e ideias. E eu sugiro que façamos o contrário: que nesse momento, a ausência nos faça perceber a importância de lutar com teimosia e de demonstrar o amor de forma plena. Quando a pandemia passar, valorizaremos ainda mais tudo o que é importante de verdade. Minha excelente psicóloga sempre me disse que "as paixões não nos tiram do chão e sim, nos dão chão", e essa frase não poderia fazer mais sentido do que agora.

A economia não é mais importante do que as nossas vidas, e toda morte causa dor a qualquer um que tenha um pouco de amor ao seu próximo. Por isso, peço aos meus queridos leitores que tomem todos os cuidados necessários para evitar a contaminação e, se for possível, fique em casa. Se não for possível, não tenha vergonha de sair usando máscaras e de seguir todos as orientações de prevenção dentro e fora dos seus lares. Mas não arrisque sua vida e nem das pessoas que você ama, pois elas valem muito. Pense nisso com amor, e fique em casa sempre que possível.

Isso vai passar. Juntos, vamos vencer a pandemia!

E é isso aí. #FiqueEmCasa

20/03/2020

Jogadores ficam em quarentena com a demo de Resident Evil 3

Com a pandemia do coronavírus, as recomendações do Drauzio Varella são claras: ficar em casa, lavar bem as mãos, não compartilhar objetos pessoais e principalmente, evitar aglomerações. Tudo isso para reduzir a proliferação do Covid-19 e evitar a contaminação do grupo de risco, composto por idosos e portadores de doenças imunossupressoras. Para o meu azar, sou diabético, e por isso preciso tomar cuidados redobrados. Ainda bem que a Capcom lançou ontem (19/03) a demo do Resident Evil 3, aliviando-nos do tédio e fazendo com que a gente tenha a certeza de que o jogo será um espetáculo, apesar da nossa realidade estar mais assustadora do que qualquer Survival Horror.


Lembro quando conheci Resident Evil: estava voltando pra casa depois de ir ao dentista, quando o meu primo Ricardo comprou o Resident Evil 3: Nemesis em uma loja do distrito de Guaianases. Isso faz mais de 17 anos, nem pré-adolescente eu era ainda, e nem pensava em criar um blog chamado Alucard Website. Chegamos em casa, ligamos o PlayStation One (o modelo slim do PlayStation) e passamos o dia todo  nos aventurando com a Jill para sobreviver ao apocalipse zumbi de Raccoon City. Eu morria de medo dos zumbis, juro. Hoje dou risada deles enquanto jogo. Ah, como os jogos de 32bits pareciam reais quando éramos crianças ^_^

Passamos muitos finais de semana aprendendo a lidar com as mecânicas do jogo e buscando informações sobre os puzzles. Lembro que chegamos a folhear a revista com o detonado do game da Super Game Power, buscando formas de sair dos trechos que nos empacavam. Infelizmente alguém comprou a revista antes de nós, mas as lembranças permanecem. Bons tempos!

E hoje, aproximadamente às 16:30 da tarde, experimentei a demonstração do Resident Evil 3 no meu Xbox One S. E UAU, como o jogo está bonito! Cenários, iluminação, efeitos, modelagem dos personagens, texturas... Nota dez para a Capcom. A Jill continua o avião de sempre, furiosa com os responsáveis pelo incidente em Racoon City e sempre demonstrando altas doses de coragem. A movimentação de suas madeixas curtas é bastante convincente, e os detalhes em seu modelo impressionam tanto durante o gameplay quanto as cutscenes.


O desempenho da demo está um pouco oscilante, mas superior ao da última demonstração do Resident Evil 2. Em geral, as demos da Capcom apresentam um desempenho menos rebuscado do que o produto final, o que nos dá esperanças de recebermos um desempenho ainda melhor. Há momentos com framerate bem acima dos 30, e outros com 30 frames cravados. As cutscenes, diferente do remake do Resident Evil 2, foram executadas com 30 frames por segundo, o que não me incomodou, já que apresentam uma grande quantidade de detalhes nos personagens e cenários, além de dar um ar cinematográfico.



Eu sou um jogador chato, vivo reclamando que os controles de tanque do original envelheceram mal, e duvidei bastante que fossem conseguir adaptar a jogabilidade do Resident Evil 4 aos remakes do Resident Evil 2 e 3, mas eu claramente estava enganado: os mortos-vivos são duros na queda, e mesmo andando devagar, só morrem depois de receberem muito dano. Para poupar munição, o jogador precisa aprimorar suas habilidades e aprender com seus erros de forma empírica. Existem critical hits (tiros que matam instantaneamente) mas eles não funcionam sempre, e contar com a sorte em Survival Horror nunca é uma boa ideia.

Ainda sobre a jogabilidade, elogio também a adição das esquivas (baseadas no Resident Evil 3 original), que estavam ausentes no remake do Resident Evil 2. Há quem reclame que isso torna o jogo mais fácil, mas diferente do seu antecessor, estamos percorrendo uma Racoon City aberta e infestada de zumbis. Faz todo sentido também que a protagonista saiba lidar melhor com as criaturas, já que não é a primeira vez que as enfrenta. Há também agora barris explosivos (outro elemento resgatado do jogo original) que fazem zumbis voarem em pedaços por todos os lados. Pra mim, as adições tornaram o jogo mais dinâmico.



E claro, não poderia deixar de comentar sobre Nemesis, o perseguidor implacável do jogador: como no original, aparecerá com frequência e dessa vez conta com o grande poder de processamento e memória dos hardwares atuais, sempre tentando encurralar a Jill por toda a Raccoon City, que foi reimaginada da forma mais realista possível (e sem loadings).

Em resumo: a Capcom acertou em cheio de novo e ainda corrigiu todas as ressalvas técnicas que eu tinha com o remake Resident Evil 2. Claro, essa é só a demo, mas já se mostra bastante promissora. Agora nos resta aguardar pelo lançamento do jogo em 3 de Abril de 2020.


E é isso aí.

ATUALIZAÇÃO: Como as imagens estavam muito escuras, substitui todas por equivalentes com luminosidade maior!